A iluminação costuma receber toda a atenção quando falamos sobre plantas de interior, mas existe outro fator igualmente importante: a umidade do ar.
Em muitas cidades brasileiras, especialmente durante o período de seca, a umidade relativa pode cair para níveis bastante baixos. Essa condição afeta não apenas as pessoas, mas também diversas espécies vegetais.
Plantas originárias de florestas tropicais, como marantas, calatéias, samambaias e filodendros, evoluíram em ambientes naturalmente úmidos. Quando cultivadas em locais muito secos, podem apresentar folhas enroladas, pontas ressecadas e crescimento reduzido.
Isso não significa que seja necessário borrifar água constantemente sobre as folhas.
Na verdade, essa prática oferece apenas um efeito temporário.
Estratégias mais eficientes incluem agrupar plantas próximas umas das outras, utilizar bandejas com pedras e água sem contato direto com o vaso e manter boa ventilação no ambiente.
Esses pequenos ajustes ajudam a criar um microclima mais favorável ao desenvolvimento das espécies.
Observar o ambiente como um todo é tão importante quanto cuidar da planta individualmente.
Fonte: Verdejando BSB

